Decidi em um mar de sentimentos tormentosos.
Que não posso mais guiar minha vida assim.
Meu já confuso e complexo coração se depara.
Com seu mar de jogos, mentiras e medo.
Não posso negar que já joguei, já menti e já temi.
Mas havia decidido que não deveria mais vir a sofrer.
Seu retorno, não trouxe de volta minhas alegrias.
Mas me causou um mar de tormentas e confusões.
Suas palavras e atitudes não condizem com seus olhos.
Eles são diferentes dizem a verdade de forma inconsequente.
Enquanto te preocupas tanto com as consequências do que pode vir a fazer.
Esquece-te completamente que o que não fizeres pode te condenar a um futuro ainda pior.
Não consigo saber o que queres, mas começo a pensar no que quero.
Vejo que ao seu lado terei apenas um mar de sofrimento e começo a procurar a felicidade.
Sim a felicidade que sempre pensei que poderia encontrar unicamente ao seu lado.
Vejo o que não vejo.
Como assim, me perguntas?
Venho a perceber que ao seu lado meu futuro se torna passado.
Minha felicidade se torna tristeza.
Percebo que minha grandeza se torna minuscula.
Existem dois tipos de mulheres no mundo.
Aquelas que agigantam os homens.
E aquelas que tiram seu brilho e resplendor.
Tu és da segunda especie, não por intuito próprio.
E talvez não para todos.
Porém para mim és o pior dos vícios e o mais mortal dos venenos.
E por isso venho a escolher as palavras que possam vir a livrar-me deste trágico fim.
Não, não é medo, mas a percepção de que almejo a glória.
Sim, tantos almejam e poucos podem encontra-la.
Entre estes poucos a cá estou.
Porém para vir a me nutrir desta poderosa fonte de determinação.
Venho a ter que negar meus sentimentos por ti.
Pois estes apenas me destroem.
Venho a procurar uma mulher da primeira especie.
Que me agigante e não me reduza.
Egoísta eu?
Talvez, porém mais egoístas ainda foram tuas atitudes.
E tão brutais foram com meu pobre coração que hoje tenho que resumir tudo em uma única palavra.
Um simples e singelo "Adeus".
Meu Cantinho.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
As palavras que havia guardado para você.
As palavras que guardei para o seu retorno.
Hoje já não me parecem fazer sentido.
Os sentimentos que elas representavam.
Parecem distantes e talvez já não mais existam.
Meu coração pode não ser imune a sua presença.
Porém ela já não o faz querer pular do meu peito.
Talvez pelas magoas do passado.
Talvez por tudo o que foi dito e feito.
Mas com certeza acima de tudo pela sua ausência.
Você deixou que o tempo apagasse nossa historia.
Levasse embora nossos sentimentos.
Transformasse o que restou em pó.
Hoje as palavras que eu guardei para você.
Já não tem mais sentido, não tem mais vida.
O tempo assim como o vento.
Leva as coisas para longe.
E hoje ele levou o sentido daquelas palavras.
Durante muito tempo eu quis lhe dizer.
Apenas três pequenas palavras.
Que na sua ausência me neguei a utilizar juntas.
Eu te amo.
Sim estas eram as palavras.
Mas hoje seriam apenas palavras vazias.
Retratos de uma mentira.
E o que me sobra para lhe dizer é apenas isso.
Já não lhe amo mais.
Não guardo rancor, nem desprezo, nem nada de ruim.
Porém nesta mesma caixa também não sobrou mais nada.
E quando eu digo nada é porque voltou ao zero.
Não sobrou amor, nem dor.
Afinal de nós dois nada restou.
Hoje já não me parecem fazer sentido.
Os sentimentos que elas representavam.
Parecem distantes e talvez já não mais existam.
Meu coração pode não ser imune a sua presença.
Porém ela já não o faz querer pular do meu peito.
Talvez pelas magoas do passado.
Talvez por tudo o que foi dito e feito.
Mas com certeza acima de tudo pela sua ausência.
Você deixou que o tempo apagasse nossa historia.
Levasse embora nossos sentimentos.
Transformasse o que restou em pó.
Hoje as palavras que eu guardei para você.
Já não tem mais sentido, não tem mais vida.
O tempo assim como o vento.
Leva as coisas para longe.
E hoje ele levou o sentido daquelas palavras.
Durante muito tempo eu quis lhe dizer.
Apenas três pequenas palavras.
Que na sua ausência me neguei a utilizar juntas.
Eu te amo.
Sim estas eram as palavras.
Mas hoje seriam apenas palavras vazias.
Retratos de uma mentira.
E o que me sobra para lhe dizer é apenas isso.
Já não lhe amo mais.
Não guardo rancor, nem desprezo, nem nada de ruim.
Porém nesta mesma caixa também não sobrou mais nada.
E quando eu digo nada é porque voltou ao zero.
Não sobrou amor, nem dor.
Afinal de nós dois nada restou.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Especial de Ano novo ( Anos)
Anos.
O que são os anos?
Uma forma de expressar o tempo criada pelos humanos?
Talvez não, talvez sejam algo mais, o que poderia ser?
Os anos são algo que nos marca, traz a tona nossa
mortalidade.
Quanto mais tempo passa, mais nos aproximamos do nosso fim.
Isto nos da medo, porém os anos também trazem a experiência.
As lembranças, nem sempre cordiais, mas sempre inesquecíveis.
Os anos não trazem apenas a proximidade da morte.
Trazem a incrível demonstração da vida.
Afinal existe maior demonstração de vida do que o tempo que
já passou?
Se 2011 vai embora que venha 2012.
Trazendo muita esperança, grandes mudanças.
Novas paixões, dinheiro para quem precisa.
Muita felicidade e por quê não um pouco de sacanagem ?
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
O tempo, a experiência e os erros.
De que me vale a experiência se o tempo já passou.
A experiência não desfaz os erros, só pode impedir que os
repita.
Mas e quando já não me importo mais em errar, de que me vale
a experiência.
O tempo é ingrato e não anda para trás.
As oportunidades perdidas não retornam mais.
Os erros do passado hoje me perseguem.
A experiência apenas me faz lamentar.
Me traz tristeza e melancolia.
Se torna uma faca de dois gumes.
Realmente não repetirei os erros.
Porém também não terei chance de repetir os acertos.
O tempo não volta mais, o que passou nem sempre ficará para
traz.
A experiência também carrega consigo lágrimas, dor e
desespero.
Desespero provocado pelo tempo.
Tempo, por que és tão ingrato que se recusa a voltar?
Não lhe custará nada, mas poderei reaver minha alegria.
Odeio Palavras.
Odeio Palavras.
O que são as palavras?
Muitos dizem que são nada.
Para mim elas são muita coisa, são ideais, vontades.
O problema delas?
Sua irrealizabilidade, nem sempre o que queremos podemos fazer.
Isto é o que transforma as palavras.
Caso consigamos realizar aquilo que falamos, elas são verdades.
Caso não seja possível são mentiras, mas o que são as mentiras?
São as promessas as quais não cumprimos .
Odeio palavras, por quê?
Porque as suas me iludiram, confundiram, magoaram e me desarmaram.
As minhas talvez te feriram, pois em represália as suas.
Expressaram meus sentimentos, falaram talvez mentiras?
Talvez, não fossem mentiras mas sim falsas verdades.
Enfim, odeio palavras, pois seu conteúdo ideal.
Destrói o real, traz o caos e dissipa a felicidade.
Sentimentos, lembranças, lágrimas e um pouco de tinta.
Sentimentos, lembranças, lágrimas e um pouco de tinta.
Os meus sentimentos hoje me perturbam.
Trazem a tona velhas lembranças.
Lembranças de um tempo onde eles não eram confusos, tristes ou me faziam derramar lágrimas.
Lágrimas que hoje não são mais simplesmente sal e água.
São lágrimas misturadas a um pouco te tinta.
Estas são minhas lágrimas de tinta.
Elas trazem mais do que tristeza, trazem lembranças de momentos doces.
Sentimentos inesquecíveis e acima de tudo coisas que preciso muito esquecer.
Porém as mesmas lembranças que hoje me atormentam também mostram os melhores momentos de minha vida.
Meus erros, que na verdade foram nossos erros foram incorrigíveis, inapagáveis e imperdoáveis.
Alguns momentos destruíram o que deveria e poderia ser eterno.
Olho para trás e não te vejo, o tempo passa e leva as imagens.
Leva o seu cheiro de minha roupa, até as lembranças de seu tom de voz.
Hoje as imagens já não são mais claras e através destes textos.
Eu trago a tona meus sentimentos e lembranças através de minhas lágrimas de tinta.
Meu primeiro texto para o blog. ( Eu e o espelho).
Eu e o espelho.
Já não consigo mais me olhar no espelho.
Talvez por não ver mais brilho em meus olhos.
Ou será por medo do reflexo me mostrar os erros cometidos?
Já não percebo no meu sorriso a veracidade do sorriso de uma criança.
Talvez porque meu sorriso hoje serve apenas para esconder as lagrimas.
No espelho hoje vejo minha beleza e como narcisista que sou me agrada.
Mas sinto o coração palpitar e logo este sopro de alegria me abandona.
Pois me sinto oco, vazio, superficial, me sinto imperfeito, incompleto.
Logo já não me acho mais tão belo, começo a ver minhas falhas.
Primeiro físicas, mas a preocupação logo passa para as morais.
E quando acho que a dor já alcançou o seu ápice me vem lembranças.
Lembranças dos momentos que eu queria o mundo, sem saber que tinha tudo que precisava.
Um homem não consegue ser feliz quando obtém tudo o que quer.
Pois a felicidade não vem do que você quer e sim do que necessita.
Hoje vivo em festas, boates, bebedeiras, sempre cercado de mulheres de "Diversão".
Durmo sempre acompanhado, mas ao acordar me sinto só, na verdade sempre me sinto só.
Pois mesmo tendo a vida que sempre pedi, me falta algo, algo que eu achei menos importante.
Me falta você, sim você que eu esnobei, tratei mal, não fiz questão.
Que achei que era apenas uma vontade, mas na verdade era minha maior necessidade.
Vejo tudo isto no espelho, mas o meu grande problema com ele não é o que eu vejo.
É exatamente o que eu não vejo.
Pois hoje o espelho me faz sofrer justamente por lhe faltar uma única coisa.
A imagem do seu reflexo ao lado do meu.
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